O hábito da higiene bucal é algo essencial para mim. Desde cedo, minha mãe mandava eu ir lá com minha escovinha de dinossauro escovar os dentes com o rabo do mastodonte.
Hoje, percebi a gafe dessa semana. Após o almoço no escritório fui escovar meus dentes (com a escova novinha) e me dirigi ao banheiro.
O pessoal sabe como é difícil encarar um banheiro após o meio-dia. Além de estar congestionado, fica aquele odor pós-fejuca, ou sabe-se lá o que o cara comeu. Mas desta vez, tudo estava diferente. O banheiro estava cheiroso e não havia ninguém.
Minha felicidade foi imensa. Estava tão feliz, que ao entrar, coloquei as coisas na pia e fiz uma dancinha ridícula; balançando os ombrinhos e passando a pasta na escova, abaixei-me para bochechar a boca com água.
Neste momento aconteceu tudo aquilo que eu não queria que acontecesse. Abaixado, literalmente com o rabo amostra para a porta, ainda na empolgação, dançando em uma “posição” desconfortável, um cara do escritório entra e a primeira coisa com que se depara: Minha bunda para lá e para cá.
O melhor foi a saída dele, enquanto ser humano que foge da gafe pra não morrer na gargalhada: “OPA”… E assim, foi ao mictório esvaziar sua bexiga e contrair seu sorriso pra não escapar uma gargalhada ridícula.
E como eu fiquei. Pior de tudo, não assumi uma postura de ficar frente ao espelho. Continuei lá, digamos, “de quatro”. (depois fui me tocar como eu não penso rápido e não evito gafes)
Bom, moral da história: Se Napoleão perdeu a guerra, de quatro, será que pelo menos, ele estava feliz e fazendo uma dancinha ridícula?
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